Mulher de 32 anos morre após fazer exame muito comum e família fica arrasada: ‘’todo cuidado é pouco’’

Jaqueline Ferreira de Almeida, de 32 anos de idade, teve uma morte muito triste, após fazer um exame muito comum, a família da jovem está muito arrasada e culpa os médicos pela morte. 

Segundo os parentes da vítima, ela estava bem de saúde e não tinha nenhum histórico de doença. O responsável pelo procedimento nega qualquer irregularidade.  

Jaqueline, estava fazendo uma endoscopia, quando a técnica aplicou um produto em seu estômago, isso é realizado em paciente que já fizeram redução do estomago, mas voltaram a ganhar peso. 


Esse tipo de exame é muito comum e realizado em ambulatório e geralmente ocorre tudo bem e os pacientes são liberados logo em seguida. Infelizmente com Jaqueline não foi assim. 

De acordo com a família, a jovem não conseguiu expelir os gases injetados durante a endoscopia e teve uma piora na saúde. 

O marido da vítima, Valderi Brito, conta que a esposa só foi transferida da clínica para um hospital no início da noite. No hospital ela foi submetida a nova cirurgia e chegou a ser internada na UTI, mas não resistiu e morreu, horas depois.

"A gente quer esclarecimentos, buscar o que realmente aconteceu. Por que se demorou a dar um atendimento, uma atenção maior ao caso dela", revela o marido que tem uma filha de 11 meses com Jaqueline.

Segundo Brito, o médico responsável pela endoscopia só descobriu o rompimento do intestino de Jaqueline no centro cirúrgico. 

"O intestino ficou tão distendido, tão distendida a barriga assim, que aquele ponto, naquele ponto não aguentou e [faz um som para indicar o rompimento], pra aliviar […] Eu acho que "tava" muito distendido, todinho, e possivelmente deve ter rompido do final da tarde pra cá. […] Eu só esperei ressuscitar e fui pro centro cirúrgico. Não sabia onde era. Mas, sabia que tinha um problema", dizem os trechos do áudio.

"Me desculpe, eu não queria que isso fosse assim não. Queria que ela estivesse hoje é com você, sua filha. Eu vou fazer o possível. Mas assim, eu não posso fazer mais do que eu tenho conhecimento. Estou arrasado, arrasado", afirma o médico. 

O caso será investigado pela  1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) , para esclarecer o motivo da morte da mulher. 



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