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Finança

Mais de 6 milhões de pessoas não vão ter direito às novas parcelas do auxílio emergencial

O governo do nosso país sempre foi bastante engraçadinho com a população e dessa vez, eles deram uma coisa e tirou outra quando decidiram prorrogar mais parcelas do auxílio até o final do ano.

Não mudou apenas o valor das parcelas do programa. Existem novas regras e por causa delas, cerca de 6 milhões de pessoas que foram aprovadas no começo, não poderão receber a segunda rodada das parcelas.

O governo estima que irá gastar por mês, cerca de R$ 5,7 bilhões por mês, ou seja vai ter acumulado cerca de R$ 22, 8 bilhões até dezembro.

Uma das novas regras que foram acrescentava determina que será realizado pagamento até o ultimo dia de dezembro de 2020 e que no próximo ano, os pagamentos que ficaram sobrando não serão efetuados.

Quando ocorreu a primeira prorrogação do auxílio, ele não ficou tendo um “prazo de validade”. E tanto que muitas pessoas estão ganhando as parcelas que tiveram o atraso.

De acordo com o que foi dito, se essa regra não existisse, o governo iria ter uma despesa de R$ 25,4 Bilhões e com essa mudança o governo terá R$ 19,7 bilhões.

Foi dito também que mudou apenas a regularização imediatamente dos pagamentos.

Vale lembrar que também não informaram qual seria o motivo de ter 4,8 milhões de cadastro foram para a exclusão e também de essas pessoas iria receber alguma parte das parcelas que falta.

Foi informado também, que as pessoas que se escreveram mais tarde terão uma diferença no valor do auxílio.

Para aquelas pessoas que fizeram o cadastro no mês de julho, que foi o prazo dado pelo MP, só devem receber uma parcela dessa prorrogação que ficará até dezembro. Isso quer dizer que três parcelas serão perdidas.

O que você acha sobre essa mudança? Comente abaixo e não se esqueça de compartilhar esse artigo com alguém.