Absurdo: Mulher é internada após ser expulsa a chutes de ônibus por estar sem máscara; veja o vídeo

Um caso vem gerando uma enorme revolta nas redes sociais, com milhares de internautas comentando sobre o ocorrido. Cintia Santos, de 27 anos, foi expulsa e agredida a chutes de um ônibus no dia 5 de maio, em Salvador, necessitando ser internada no Hospital Eládio Lasserre, localizado em Cajazeiras, após as agressões. A cena, que gerou revolta em milhares de pessoas, aconteceu na Estação Pirajá, sendo filmada e, rapidamente, viralizando na web. “Esse homem não tem coração” disse a mãe de Cíntia, dona Diamantina, durante uma entrevista concedida para o programa “Bahia Meio Dia”, transmitido pela TV Bahia. Na época do ocorrido, os meios de comunicação não deram mais detalhes sobre o estado de saúde da vítima.

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"Eu tava em casa, era na base de umas 12h, um amigo meu mandou um amigo dele vir aqui na minha casa mostrar o vídeo", informou a mãe, que não pôde acompanhar a filha dentro da unidade hospitalar pelo fato de estar inserida no grupo de risco, sendo acometida de hipertensão e cardiopatia. A cena de violência machucou dona Diamantina, entristecendo, também, a irmã mais nova de Cintia, que ainda é criança. “Ela perguntou ‘por que estão fazendo isso com Cintia?”.

De acordo com as informações do site Correio, Cintia havia entrado de máscara dentro do coletivo, contudo, decidiu tirar a proteção em seguida, afirmando que estava passando mal. Testemunhas que estavam no local contam que um rapaz começou a discutir com a mulher e, em seguia, deu início a agressão.

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"Quando eu vi aquele vídeo, para mim ali, meu mundo naquele momento acabou. Perguntei a mim e a Deus, ali dentro daquele ônibus, será que só tinha bicho? Porque o que fizeram com minha filha, ali estava sendo um bocado de bicho. Que entrou um bicho e os outros bicho foram pra matar. Esse rapaz de blusa amarela foi o que agrediu mais a minha filha. Eu lhe entrego na mão de Deus. Agora, queria te perguntar uma coisa: tu tem mãe? Tu tem filhos?", questionou.

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Não parando por aí, a mulher ainda compara o comportamento das pessoas com ao de cães:  "As pessoas que estavam dentro desse ônibus tem alguma que é mãe, tem alguma que é vó? Porque parece que não tinha gente nesse ônibus. Parece que tinha um bocado de pitbull e aí entrou um cachorro vira-lata. Minha filha Cíntia é gente, não é cachorro. E se fosse cachorro não podia ser tratada assim", desabafou.  



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