Adolescente aponta arma para o rosto de outra durante briga em escola e situação foge do controle

Um  caso assustador tomou conta da internet esta semana, ao decorrer de uma briga entre adolescentes na frente do Centro Educacional São Francisco, em São Sebastião, uma jovem apontou uma arma para a outra e deixou dezenas de colegas em choque. Durante a confusão a jovem apontou a arma para a cabeça da 'rival' e deixou todos em pânico.

Um vídeo chegou a ser divulgado na web e assustou, ao decorrer da gravação é possível ver que as duas jovens batem boca e a situação acaba fugindo do controle.

Ao mesmo tempo em que as jovens discutem, as pessoas em volta ficam dando risadas e logo em seguida a jovem revoltada saca a arma fazendo com que os demais saiam em disparada. O caso que aconteceu no DF, virou um dos mais comentados da web e foi parar nos Trending do Twitter, no entanto este não foi o único que aconteceu na região.


Um tempo atrás uma jovem chegou a ser esfaqueada por uma outra colega de escola e o caso virou caso de polícia. Segundo as investigações da Polícia, o agressor da menina tem 15 anos, e o ataque teria ocorrido durante uma aula de educação física no momento houve uma confusão generalizada entre os alunos.

Agora em relação a confusão da jovem que apontou a arma para outra colega, o diretor da escola informou que a adolescente aparece armada no vídeo, não é uma aluna de sua escola, no entanto a pessoa que foi ameaçada sim é uma aluna do primeiro e tem 15 anos de idade. Ele afirmou que duas jovens discutiam antes da menina armada entrar na discussão.

Ao que tudo indica a jovem que surgiu armada era amiga de uma das envolvidas na briga. “Inadmissível o ponto em que temos chegado no âmbito da educação” afirmou o diretor da instituição. 
 
Através de uma nota a escola se pronunciou e falou sobre a briga. “Estudantes, servidores e professores estão se sentindo acuados diante do descaso com a comunidade escolar”, e em nota, ainda falou sobre o Batalhão Escolar que atua na região, disse: “Quanto ao efetivo disponível para toda a rede pública de ensino, sendo insuficiente para acompanhar as escolas”.



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