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Após funcionária implorar por ajuda em hospital em Manaus, afirmando que muitos estavam morrendo, vazam mais vídeos chocantes da ala de pacientes com covid-19


Um caso acabou ganhando grande destaque em todas as mídias do país, uma colaboradora de um hospital em Manaus fez um vídeo aos prantos que parou o Brasil. Funcionários de hospitais em Manaus chegaram a informar momentos de dor e angústia devido a falta de oxigênio para as pessoas internas com coronavírus.

Na quinta-feira à tarde uma gravação que se tornou viral por mostrar como esta o Serviço de Pronto Atendimento (SPA) e a Policlínica Dr. José Lins chamou a atenção da mídia.


No vídeo, uma enfermeira chega a implorar por ajuda. “Gente, peço a misericórdia de vocês. Nós estamos em uma situação deplorável. Simplesmente acabou o oxigênio de toda uma unidade de saúde”, lamentou a funcionária que ainda afirmou: “É muita gente morrendo. Quem tiver disponibilidade, oxigênio, por favor, traga aqui para o SPA, tem muita gente morrendo”, implora a autora do vídeo.

As cenas chocaram a todos, e no vídeo ela mostra alguns PMs descarregando 2 cilindros de oxigênio em frente ao hospital e pede chorando muito, “Por favor, disparem esse vídeo para um monte de lugar. Tem muita gente morrendo mesmo”, ressaltou a mulher.

Um outro funcionário chegou a gravar outro vídeo pedindo ajuda para o Hospital Universitário Getúlio Vargas,afirmando também que estavam necessitando de oxigênio. “A gente está sem oxigênio para os pacientes. A previsão é de que acabe em 2 horas. Já houve baixas de pacientes. Então, quem tiver em casa sobrando, traga porque será muito bem-vindo”, enfatizou o enfermeiro.

A situação precária de Manaus gerou grande comoção e muitos artistas chegaram a se juntar para ajudar enviando alguns cilindros e cobraram um posicionamento do governo.

Uma outra gravação chegou a viralizar na web, onde uma pessoa chega a mostrar uma ala de pacientes com covid-19.”É um oxigênio para cinco pessoas em uma sala. Os médicos estão revezando de um para o outro para poder socorrer. É uma calamidade. Precisamos de socorro”.


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