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Assalto em Criciúma resulta em dinheiro espalhado nas ruas, incêndio e reféns


O assalto que tirou a paz dos moradores de Criciúma na madrugada dessa terça-feira, 1 de dezembro, segue em investigação da polícia. A ação dos bandidos resultou em incêndios, reféns, dinheiro pelas ruas e também troca de tiros. Pessoas foram usadas como reféns para servirem de escudo contra a polícia.


Ao amanhecer, eram diversos veículos e imóveis com marcas dos tiros que foram disparados durante a noite. O grupo de criminosos estava fortemente armado, e possuíam até mesmo explosivos. Cerca de 10 carros foram encontrados em Nova Veneza, cidade vizinha de Criciúma. Ao fugirem, uma parte do dinheiro ficou espalhado pelas ruas.

Segundo o governador de Santa Catarina, ele acredita que devido ao armamento de alto calibre e a forma com que o assalto foi conduzido, ele acredita que o crime tenha sido orquestrado em outro estado e somente executado lá.

Alguns reféns foram colocados sentados no meio das ruas para bloquear a passagem dos policiais. Na madrugada desta quarta-feira, 2 de dezembro, um dia após o assalto, um semelhante foi feito no Pará, em Cametá. Acredita-se que as quadrilhas possuam ligação direta, isso porque a ação teve muitas semelhanças.

Segundo informações da polícia, o assalto de Criciúma contou com a presença de pelo menos 30 criminosos. Alguns moradores registraram imagens do ocorrido, onde na maioria das filmagens era possível ouvir bem alto e claro o som dos tiros na troca de tiros que ocorreu entre os policiais e os bandidos.

Até o momento, não foi registrado nenhum ferido ou morto na ação, mas acredita-se que pelo menos 2 dos criminosos tenham ficado ferido. Os moradores permaneceram em casa observando toda a ação dos policiais contra a quadrilha. Apesar dos reféns, nenhum se feriu, apenas foram usados como escudo.

Os bandidos tinham, além dos explosivos e das armas de alto calibre, eles também tinham pregos para furar pneus das viaturas e todo o plano parecia bem arquitetado.

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