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Família de confeiteira morta na frente do filho faz desabafo

confeteira

A família de Fabiana Matos Rodrigues, 23 anos, comentou como está sendo para eles depois da morte da confeiteira. Ela foi morta durante uma abordagem da Polícia Militar de Goiás, na última quinta-feira (09).

Dona Márcia Elisabete Matos, de 42 anos, disse que a família está incompleta e que está difícil superar a morte. Principalmente para o filho da vítima que presenciou o assassinato da mãe.

 “Uma tragédia dessa não tem nem o que dizer. A família está despedaçada. O menino está em choque na casa da avó paterna. Ele não está bem”, disse dona Márcia.

Os policiais acusaram Fabiana de está em posse de drogas, mas a mãe da confeiteira afirma que ela não se envolvia com tráfico e que era vendedora de bolos em pote.

 “Se ela estivesse fazendo coisa errada, que prendessem, mas não matassem. Não tem advogado que tira ela do cemitério agora”, desabafa Márcia.

Família defende a vítima

Na mesma noite do ocorrido, dona Márcia disse que sua filha saiu para fazer entrega bolo de pote que um cliente havia lhe encomendado. Ela começou o negócio já faz uns quatro meses e que Fabiana sempre levou o filho quando ia fazer as entregas.

 “A gente quer saber o que realmente aconteceu. O fato que a PM relatou, a gente não vê fundamento. Não acho que ela estava mexendo com drogas e arma. Ela era muito esforçada e fazia a própria renda”, comentou.

A família diz que Fabiana ficou nervosa ao ver a viatura por estar dirigindo sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o carro ser do seu pai.

Nos relatórios da polícia diz que encontrou no carro que Fabiana estava, 5 Kg de maconha e uma arma de fogo. A polícia diz também que quando chegou atiraram contra os policiais no momento da abordagem e por isso atirou.