Mãe ganha indenização de hospital por dar à luz bebê com síndrome de Down: “Teria abortado”

Após ter dado luz ao um filho com Síndrome de Down, Edyta Mordel, de 33 anos, resolveu abrir um processo contra o sistema de saúde da Inglaterra. Ela falou que se os médicos tivessem lhe informado sobre a condição genética da criança teria feito um aborto.

Tudo indica que o hospital não lhe avisou sobre os riscos do bebê ter a Síndrome de Down o lhe daria tempo de fazer exames mais aprofundados para identificar qual era a real saúde do bebê. O caso ocorreu em 2015, mas a Suprema Corte de Londres só veio julgar este ano (2020). Após ouvir as duas partes, a Juíza decidiu que Edyta tinha direito a ser indenizada pelo ocorrido. O dinheiro será usado para cobrir as despesas e gastos que Edyta tem com a criança.

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Após o fim do processo a diretora de enfermagem do hospital Trust, disse que o serviço de triagem estar sendo reforçado para evitar casos como esse futuramente e assim oferecer um serviço melhor á população.


No veredito da Juíza, ela disse que se Edyta fosse avisada dos riscos de seu filho nascer com Síndrome de Down, ela com certeza teria feito outros exames para descobrir. Como Edyta era mais jovem na época da gravidez, o fato de saber que poderia dar a luz a um bebê com Síndrome de Down lhe traria uma certa insegurança e por isso, o poder de escolha era dela de continuar ou não com a gestação.

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Após ser criticada Edyta disse que ama seu filho do jeito que ele é

Edyta sofreu varias criticas das pessoas por falar que teria abordado, caso soubesse que seu filho fosse nascer com Síndrome de Down. Contudo ela disse que sua forma de pensar não alterou no amor que sente pelo filho hoje.

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Seu advogado também comentou o assunto e disse que o motivo do processo não tem nada haver sobre o sentimento de Edyta ao seu filho. O objetivo foi para que Edyta fosse indenizada pela negligência sofrida no hospital e evitar que mais pessoas passassem por isso futuramente.



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