Maus-tratos em escola: Bebês que foram encontrados amarrados, eram medicados para não atrapalharem e detalhes chocam

O caso da creche que teve um vídeo e diversas fotos compartilhadas na internet, mostrando como as crianças eram tratadas, teve grande repercussão em todo o país e chocou milhares de pais e mães. A imagem de crianças amarradas gerou revolta e uma investigação foi aberta em cima do caso que levou os pais dos pequenos a se revoltar contra a instituição.

As investigações iniciais da Polícia Civil apontam que Roberta Regina Rossi Serme, diretora e proprietária da Escola de Educação Infantil Colmeia Mágica, não só sabia de tudo o que acontecia no local, como também ordenava que funcionárias dessem dipirona para as crianças dormirem.

A notícia pegou todos de surpresa e assustou os pais dos pequenos. Depois que saiu a confirmação, Roberta teve a prisão decretada. Uma das professoras da turma de 3 e 4 anos disse em depoimento que a diretora dava ordens para uso de medicamentos e assim deixar as crianças mais calmas.


“Ainda segundo informações iniciais, as crianças recebiam remédios como dipirona, sem prescrição médica, para que pudessem ter a pressão abaixada e com isso adormecer”, consta nos autos policiais. “Há relatos de narcotização das crianças para que elas se acalmem, com a ministração de antitérmicos”, declarou a oficial que despachou a ordem de prisão.

A imagem que mais teve repercussão nos sites de notícias, foi das crianças amarradas com lençóis que foram colocadas no banheiro, Roberta mandava ou colocava cobertores nas cabeças dos bebês que não paravam de chorar, conforme foi revelado em depoimento mais de uma vez.

“Essa seria uma forma de abafar o choro e força-los as dormir”. Um bebê de 7 meses chegou a ficar com febre, suado, ofegante e com dificuldade para respirar, por conta da ação da diretora. De acordo com o relatório, o mesmo bebê não voltou para escola durante alguns dias e teve que ser hospitalizado.

O caso virou um dos mais comentados e segue sendo investigado pela polícia local, milhares de pessoas ficaram revoltadas com a diretora e a creche.



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