nossas redes sociais

Notícias

Nova onda de gafanhotos apavora agricultores no sul do país


Os governos brasileiro e argentino voltam a entrar em estado de alerta para uma nova onda de gafanhotos que ameaça mais uma vez a lavoura na fronteira dos dois países.


A espécie é menos voraz que a que se aproximou em junho e se movimenta mais lentamente. Tempo seco e quente das últimas semanas na região favoreceu aparecimento dos insetos.

A aproximação de uma nuvem de gafanhotos pelo Nordeste da Argentina e chegou à província de Corrientes e depois foi dizimada em Entre Rios, a cerca de 90 quilômetros a Oeste de Quaraí, colocou em alerta o Rio Grande do Sul no inverno.

Agora, com o tempo seco e quente, e a estiagem das últimas semanas, uma nova ocorrência de gafanhotos deixa o Rio Grande do Sul em atenção. E desta vez os gafanhotos estão muito mais perto da nossa fronteira.

Gafanhotos foram observados perto da fronteira com Porto Xavier, no Noroeste gaúcho, nas localidades argentinas de Itacaruaré e Campo Vieira, na província de Misiones).

Os gafanhotos são da espécie Chromacris speciosa, que têm se alimentado de mata nativa, plantas daninhas e erva-mate no lado argentino, mas têm baixa mobilidade e não são tão vorazes, diferentemente da espécie 

de insetos que há quatro meses se movimentavam rapidamente e ameaçavam invadir em massa as plantações gaúchas. 

A Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul afirma que há menos motivo para preocupações, embora a vigilância continue em alerta com a proximidade dos insetos da Fronteira Oeste.

Os governos brasileiro e argentino já vem realizando o momitoramento desta praga desde o mês de julho, entre muitas reviravoltas os gafanhotos já foram afetados pelas mudanças do clima da região e até mesmo sofreram os efeitos de queimadas, mas agora a nova onda assusta os produtores da refgião que já estão sofrendo prejuizos em virtude da seca, temporais e até mesmo da pandemia.

clique para comentar

ESCREVA SEU COMENTÁRIO

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *