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Política

Diz Bolsonaro sobre possibilidade de prorrogar auxílio emergencial “Pergunta para o vírus”


Desde de seu lançamento o auxílio emergencial tem se mostrado uma excelente ajuda para aqueles que tiveram sua renda reduzida ou até mesmo perderam parte de sua renda devido a pandemia. A ajuda divulgada pelo governo no meio deste ano deu muito o que falar, inicialmente o governo queria disponibilizar apenas R$ 200, mas no entanto Rodrigo Maia afirmou que o valor não seria o suficiente para as necessidades dos brasileiros.


Foi então que a Câmara de Deputados definiu o valor de R$ 500, mas mais uma vez houve uma mudança e o presidente Bolsonaro resolveu autorizar a ajuda no valor de R$ 600. Algumas mães solteiras recebera a ajuda em dobro, mas no entanto a ajuda só era válida por quatro meses que se passaram muito rápido.

O governo federal resolveu prorrogar o auxílio até o mês de Dezembro, mas não são todos os que receberam as primeiras parcelas que fizeram parte do grupo que teve o auxílio prorrogado com o valor agora reduzido, o novo valor é de R$ 300.

Foi durante uma conversa com apoiadores na tarde desta terça-feira (24) que o presidente disse esperar que não seja preciso uma no prorrogação da ajuda disponibilizada pelo governo. Bolsonaro foi questionado sobre a possibilidade de uma nova prorrogação que entre no ano de 2021, o presidente disse que espera que isso não seja preciso e deu a entender que caso seja pode sim haver uma nova prorrogação da ajuda do governo.

Mas de acordo com o presidente isso é algo que não tem como saber agora, vaio depender de como a situação com a pandemia vai estar no começo do ano que vem, pois ele disse que não pode saber como o vírus vai se comportar.

Pergunta para o vírus…tem que esperar as coisas acontecerem…esperamos não ser preciso. Disse aos apoidores.

O presidente voltou a defender o isolamento vertical como uma medida para evitar uma crise na eonomia e disse que sabe que cabe aos prefeitos e governadores essa decisão. Bolsonaro ainda afirmou que não fosse o auxílio emergencial e outras medidas adotadas pelo governo, "a economia já teria  quebrado no Brasil".

 

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